FUTURO MED 8 de agosto 2016

Quimerismo e Mosaicismo

Na mitologia grega, a quimera representa um ser constituído por partes de diferentes animais; hoje,
em biologia, o termo é empregado para descrever indivíduos formados a partir da fusão de células de
pelo menos dois embriões diferentes. Nos estágios iniciais do desenvolvimento, células de dois embriões distintos se fundem para dar origem a um único indivíduo, que terá então algumas áreas formadas por um tipo de células e outras por células de outro tipo, como uma colcha de retalhos (ver esquema).
Já o mosaicismo é um fenômeno em que, apesar de a pessoa também possuir duas ou mais linhagens celulares, estas são derivadas de modificações em células de um único embrião, quase sempre em
decorrência da perda ou duplicação de cromossomos.
Assim, no mosaico, algumas células são geneticamente iguais às iniciais e outras são modificações
destas. Portanto, a origem de quimeras e mosaicos é completamente diferente.
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