Espaço Maker

Espaço Maker (Aprender Fazendo):

O Espaço Maker do Liceu Albert Sabin foi inaugurado em 2019, possui uma sala exclusiva com um espaço próprio que favorece a aprendizagem colaborativa, possui cadeiras e mesas especiais, coloridas, lousa digital, internet e rede sem fio ultra-rápida; além de outras inovações que difere o espaço das demais salas de aula convencionais.

Objetivo

Desenvolver nos alunos capacidades e habilidades necessárias para que eles consigam se desenvolver como “Maker”. Termo do inglês conhecido e associado ao DIY – do it yourself, traduzido como “ Faça você mesmo”. Representa uma cultura recente, em que, acredita que pessoas comuns podem fazer praticamente tudo em relação às atividades do cotidiano, podendo criar, construir, moldar, modificar, estruturar, dentre outras possibilidades, vários objetos a sua volta, deixando o mundo próximo mais eficiente.

Alguns exemplos de abordagens em biotecnologia a serem estudadas no espaço maker em 2019:

https://www.bbc.com/news/av/science-environment-17511081/the-bbc-s-david-shukman-explains-synthetic-biology

https://www.dw.com/pt-br/crispr-a-tecnologia-que-promete-revolucionar-a-engenharia-genética/av-46668507?maca=pt-BR-EMail-sharing

https://www.infectioncontroltoday.com/public-health/15-emerging-technologies-could-reduce-global-catastrophic-biological-risks

Ano passado houve um primeiro encontro do futuro cientista que preparou o caminho para a criação do espaço maker aqui descrito, veja:

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Atividade de outubro de 2018

Antibióticos e Seleção Natural

(Ufrj)  Vestibular da Universidade Federal do Rio e Janeiro

Visando a prevenir infecções, a adição de antibióticos na ração de animais domésticos tornou-se prática comum em muitos países. Ao longo dos anos, observou-se um aumento na porcentagem de bactérias que possuem genes que as tornam resistentes aos antibióticos, em detrimento das bactérias sensíveis. A partir de 1998, o governo da Dinamarca proibiu o uso de antibióticos na ração de animais. Os gráficos a seguir mostram a porcentagem de indivíduos resistentes a antibióticos nas bactérias ‘Enterococcus faecalis’ e ‘Enterococcus faecium’ encontradas no trato digestivo de animais dinamarqueses nos anos de 1995 e 2000.

Explique por que ocorre variação na porcentagem de bactérias resistentes a antibióticos entre os anos de 1995 e 2000.

sugestão de resposta:

O ano de 1998 marca o fim da administração de antibióticos na ração de cães dinamarqueses. Até essa data houve eliminação de grande parte das bactérias sensíveis (que morrem em contato com os antibióticos), favorecendo a multiplicação das bactérias resistentes (que sobrevivem em contato com os antibióticos). A análise dos dados relativos ao ano 2000 mostram um aumento na proporção de bactérias sensíveis, o que nos permite deduzir que elas possuem características favoráveis na competição com as resistentes, em ambientes nos quais  não há antibióticos.  Isso é fundamental em políticas de saúde pública animal: quando um cão é acometido por uma infecção bacteriana, após a erradicação dos antibióticos em 1998, o número de bactérias sensíveis é tão alto que a infecção poderá ser controlada pela administração de antibióticos, como se observa no gráfico, a partir da expressiva redução dos indivíduos resistentes dentre as citadas bactérias no ano 2000.

Dúvidas Covid-19

Qual é o período que a pessoa recuperada de Covid permanece imune a uma nova infecção?

Não há uma resposta definitiva para essa questão. As reinfecções são muito raras, e há especialistas que afirmam categoricamente que não se “pega” Covid-19 mais de uma vez. Mas convém esperar para resultados mais fundamentados e consistentes. Para se aprofundar nesse tópico, veja

https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/your-health/reinfection.html

https://www.jhsph.edu/covid-19/questions-and-answers/#immunity

É possível que a vacinação em pessoas que já foram infectadas possa propiciar uma nova infecção, com intensidade e gravidade maiores?

Essa possibilidade não existe. O que ocorre em todas as vacinas e que há um reduzido número de pessoas que apresentam reações adversas, mas em um universo de milhões de pessoas os benefícios advindos das vacinas são muito superiores aos ainda desconhecidos riscos de adversidades nas campanhas de vacinação.

Veja mais em

https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/vaccines/faq.html

https://www.who.int/news-room/q-a-detail/coronavirus-disease-(covid-19)-vaccines?adgroupsurvey={adgroupsurvey}&gclid=CjwKCAiAq8f-BRBtEiwAGr3DgdF6TAT-junAX5RrdMZT27X_6RjqxhkerobPJWtgDGfPqxwHI22-UxoCLN8QAvD_BwE

https://www.bbc.com/portuguese/internacional-55258764