DNA e RNA: ácidos nucleicos

O DNA e o RNA são os ácidos nucleicos, polímeros de nucleotídeos capazes de armazenar e transmitir a informa- ção hereditária dos seres vivos.
O DNA é uma molécula que existe praticamente em todas as células dos organismos vivos. Ela é conhecido como “molécula da vida”, pois tem uma característica muito interessante: ela consegue se auto-duplicar, ou seja, essa molécula tem a capacidade de gerar uma cópia idêntica de si mesma.
Para isso ela utiliza recursos presentes na própria célula, como proteínas, energia etc. O DNA é formado por duas cadeias de açúcares e fosfatos, ligadas por bases nitrogenadas.
Essas bases (adenina, citosina, guanina e timina) se unem em uma ordem determinada. Assim, Adenina só se liga com Timina, e Citosina só se une à Guanina.
Fonte: adaptado de http://www.ib.usp.br/evolucao/inic/text6.htm

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Chico Buarque: das memórias do artista brasileiro ao onírico

por Claudio Paris – Prof Magrão

 

Ontem recebi um presente: rever após muitos anos o antigo Cine Bristol, inaugurado em outubro de 1971. Atualmente, no local, há o Cine Cauim entidade com notável atividade cultural, sem fins lucrativos, um oásis na aridez cultural contemporânea. O presente foi completo pela apresentação de Chico – Artista Brasileiro filme de Miguel Faria Junior.  É uma oportunidade singular de vislumbrar os últimos 50 anos da história brasileira, determinantes para se compreender o Brasil de hoje, ao visitar as memórias de Chico Buarque de Holanda,  considerado por muitos, o maior artista brasileiro.

Desde os festivais da record nos anos 60 – A Banda vencedora de 1966, transformou-o em popstar aos 22 anos – suas memórias do exílio, a ditadura, os anos de chumbo na década de 70, as mobilizações pelas diretas em 1984, o advento da internet no fim dos anos 90 – período que se lançou com estrondoso sucesso na literatura – Chico demonstra domínio pleno de sua arte, da análise do cotidiano ao engajamento político, da militância política ao imaginário e onírico.

No filme fui das lágrimas (perdi a conta das vezes que chorei) ao riso, em especial o episódio recente do seu quinto romance, de caráter autobiográfico, O Irmão Alemão, que narra em detalhes o nascimento do irmão alemão de Chico, nascido em 1930 e falecido aos 50 anos, em 1981, fruto de um romance de seu pai, Sérgio Buarque de Holanda,  com uma alemã. O irmão alemão de Chico existia mesmo! E pasmem, era cantor, assoviador como Chico, apresentador de tv na extinta Alemanha oriental e galã, como o Chico, capaz de levar muitas mulheres ao delírio. São famosos os gritos “lindooooooo!” em seus shows, desconcertantes para Chico, um notório tímido em público, fato negado por ele e seus amigos.

Para que gosta de futebol,é torcedor do fluminense, ele mostra sua face amante da bola e da alegria, adepto das famosas “peladas”. Fundou o Politheana, time com um hino maravilhoso, como se vê aqui.

Registro, por fim, uma surpreendente e emocionante participação. Ao cantar Sabiá, a cantora portuguesa Carminho  arrebata-nos, em impactante apresentação, transportando-nos ao universo do grande parceiro dessa e tantas outra canções, Tom Jobim. Onírico!

 

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#chicoartistabrasileiro

#DescanseAMente

#VocêPodeMais

 

Ciência e Arte na Capela Sistina

A Capela Sistina está no Palácio Apostólico, residência do Papa no Vaticano. Tornou-se mundialmente conhecida pela sua arquitetura, inspirada no Templo de Salomão do Antigo Testamento.
Seus afrescos e pinturas representam o apogeu da arte renascentista de Michelangelo, Rafael, Bernini e Sandro Botticelli. Seu nome homenageou o Papa Sisto IV, responsável pela restauração da antiga Capela Magna, entre 1477 e 1480.
É um dos conjuntos artísticos mais visitados atualmente.

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A produção do vídeo a seguir, ambientada na Capela Sistina, mostra várias intervenções possíveis na cirurgia contemporânea. Ciência e arte se unem na Capela Sistina:

Para os amantes da arte, porém, nada se compara ao Ted da profa Elizabeth Lev , uma aula imperdível sobre a Capela Sistina:

A seguir, uma visão integral:

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Como Michelangelo pintou o teto da Capela Sistina

Michelangelo pintou, praticamente sozinho, 680 m² em quatro anos.Quando chegou, a Capela Sistina já tinha pinturas feitas por outros grandes nomes da época, realizadas entre 1481 e 1483. Com seus retratos bíblicos, ele cobriu um céu estrelado assinado por Píer Matteo d’Almelia.
Um dos toques de genialidade de Michelangelo foi decidir cobrir os 680 m² do teto da capela com uma única composição de várias cenas do Antigo Testamento, da Bíblia. Estão lá a criação do homem, a expulsão do Jardim do Éden e o dilúvio.
Às vezes, o artista trabalhava deitado. Mas, na maior parte do tempo, ficava de pé olhando para cima, o que lhe rendeu muitas dores. Meses após o serviço, tinha dificuldade em baixar a cabeça para ler. Precisava colocar o texto acima dos olhos.
O afresco é uma técnica antiga, que resiste bem ao tempo. Antes de receber a tinta, a superfície é preparada com uma argamassa de cal queimada e areia umedecida (daí a origem do nome). Ela seca rápido, o que exige pinceladas precisas e bem planejadas.
A extensão do teto era tão impressionante que Ascanio Condivi, aprendiz e biógrafo de Michelangelo, chegou a escrever que o convite para a tarefa havia sido feito por rivais de seu mestre – que torciam, claro, para que ele não conseguisse cumprir a missão.
Michelangelo recusou ajuda na pintura. Aceitou pouquíssimos aprendizes, que faziam toda a parte “burocrática”: montavam andaimes, preparavam pigmentos, limpavam pincéis e ampliavam os originais que o gênio desenhava em menor escala
fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-michelangelo-pintou-o-teto-da-capela-sistina

Imagens em tempo real da Capela Sistina (clique aqui)

Por inspiração e carinho, ao afilhado Fernando Almeida!

Vitrola de Paris – 6o programa – Diogo Nogueira, com Sonia Soranzo

Vitrola de Paris – vida e música de Diogo Nogueira
Captura de Tela 2016-06-07 às 18.27.06participação especial Sonia Soranzo

Clique no vídeo abaixo:

veja mais https://www.facebook.com/novarall/

Saiba mais sobre o Suave Caminho, apoio ao aprendizado, projeto da Sonia e Jeferson


Clique no link abaixo:
Programa Luciano Hulk – Sonia e Jeferson (Suave Caminho)

Organelas Citoplasmáticas – Golgi e Retículo Endoplasmático

O retículo endoplasmático ou ergastoplasma, formado a partir da invaginação da membrana plasmática, constitui uma rede membranosa que pode ter morfologia tubular ou de pilhas achatadas.
Existem dois tipos de retículos, classificados pela conjugação ou ausência de ribossomos em sua superfície: o retículo endoplasmático granular, associado aos ribossomos, e o retículo endoplasmático agranular (liso) sem ribossomos, cada uma com suas específicas funções.
O retículo endoplasmático granulosos desempenha, essencialmente, a síntese de proteínas. A mensagem genética traduzida pelos ribossomos é lançada nos canais do retículo para serem processadas e armazenadas na luz do retículo (cavidade interior), posteriormente exportada para o citoplasma da célula.
O retículo endoplasmático não granuloso sintetiza, principalmente, lipídeos, os que constituem a bicamada lipídica da membrana (fosfolipídios), e os esteroides, base molecular para a formação dos hormônios sexuais produzidos nas gônadas (estrógeno, progesterona e testosterona).
Conforme a demanda de alguns órgãos, essa estrutura pode ser mais ou menos desenvolvida. As células que formam o fígado possuem grande concentração de retículo liso, secretando substâncias que realizam a desintoxicação do organismo. Já o retículo granuloso é mais encontrado, por exemplo, nas células do pâncreas, sintetizando e secretando a insulina e o glucagon para regulação do teor de glicose na corrente sanguínea. Fonte http://goo.gl/ZiEoRu
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O complexo de Golgi, também conhecido como aparelho de Golgi, se trata de uma organela membranosa que surgiu, muito provavelmente e em última instância, à partir de invaginações da membrana plasmática. Isso se dá pelo fato da origem da organela ser relacionada à ou diretamente da membrana ou por elementos destacados do retículo endoplasmático que, por sua vez, se originou por invaginações da membrana.A estrutura recebe esse nome devido ao indivíduo que o descreveu pela primeira vez, o biólogo Camilo Golgi. Sob o aspecto da estrutura do aparelho de Golgi, se diz complexo pelo fato dele ser uma rede de vesículas e sacos interligados que se organizam a fim de desempenhar uma função associada ao retículo endoplasmático. Essa organela possui a localização e o tamanho variados, entretanto, sua posição, geralmente, está associada às proximidades do núcleo e do retículo endoplasmático. Já com relação ao tamanho, embora variável, a organela se apresenta bastante desenvolvida em células secretoras fonte http://goo.gl/KrK5IM

Encontro dos Professores do Ensino Médio hoje na Unicamp

A Comvest realizou hoje o Encontro com Professores do Ensino Médio das 9h às 17h, na Unicamp em Campinas/SP. Aproveito a oportunidade para elogiar os prof Silmara e Rafael, diretores da banca corretora, que conduziram nossas atividades.
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A discussão de todas as questões de Biologia da 1a e 2a fase do Vestibular 2016 revelou o cuidado e o compromisso da Unicamp com a humanização de seu processo seletivo e a escuta ativa dos professores de ensino médio, que a meu juízo, fazem da Comvest o mais democrático e participativo processo de encaminhamento de demandas dos professores de ensino médio em todas as universidades do Brasil.
Parabéns à Comvest.
Veja a prova comentada https://www.comvest.unicamp.br/vest2016/F2/provas/bioresp.pdf
e as questões https://www.comvest.unicamp.br/vest2016/F2/provas/quifisbio.pdf de Biologia da Unicamp 2016.