Ciência e Arte na Capela Sistina

A Capela Sistina está no Palácio Apostólico, residência do Papa no Vaticano. Tornou-se mundialmente conhecida pela sua arquitetura, inspirada no Templo de Salomão do Antigo Testamento.
Seus afrescos e pinturas representam o apogeu da arte renascentista de Michelangelo, Rafael, Bernini e Sandro Botticelli. Seu nome homenageou o Papa Sisto IV, responsável pela restauração da antiga Capela Magna, entre 1477 e 1480.
É um dos conjuntos artísticos mais visitados atualmente.

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A produção do vídeo a seguir, ambientada na Capela Sistina, mostra várias intervenções possíveis na cirurgia contemporânea. Ciência e arte se unem na Capela Sistina:

Para os amantes da arte, porém, nada se compara ao Ted da profa Elizabeth Lev , uma aula imperdível sobre a Capela Sistina:

A seguir, uma visão integral:

TEXTO

Como Michelangelo pintou o teto da Capela Sistina

Michelangelo pintou, praticamente sozinho, 680 m² em quatro anos.Quando chegou, a Capela Sistina já tinha pinturas feitas por outros grandes nomes da época, realizadas entre 1481 e 1483. Com seus retratos bíblicos, ele cobriu um céu estrelado assinado por Píer Matteo d’Almelia.
Um dos toques de genialidade de Michelangelo foi decidir cobrir os 680 m² do teto da capela com uma única composição de várias cenas do Antigo Testamento, da Bíblia. Estão lá a criação do homem, a expulsão do Jardim do Éden e o dilúvio.
Às vezes, o artista trabalhava deitado. Mas, na maior parte do tempo, ficava de pé olhando para cima, o que lhe rendeu muitas dores. Meses após o serviço, tinha dificuldade em baixar a cabeça para ler. Precisava colocar o texto acima dos olhos.
O afresco é uma técnica antiga, que resiste bem ao tempo. Antes de receber a tinta, a superfície é preparada com uma argamassa de cal queimada e areia umedecida (daí a origem do nome). Ela seca rápido, o que exige pinceladas precisas e bem planejadas.
A extensão do teto era tão impressionante que Ascanio Condivi, aprendiz e biógrafo de Michelangelo, chegou a escrever que o convite para a tarefa havia sido feito por rivais de seu mestre – que torciam, claro, para que ele não conseguisse cumprir a missão.
Michelangelo recusou ajuda na pintura. Aceitou pouquíssimos aprendizes, que faziam toda a parte “burocrática”: montavam andaimes, preparavam pigmentos, limpavam pincéis e ampliavam os originais que o gênio desenhava em menor escala
fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-michelangelo-pintou-o-teto-da-capela-sistina

Imagens em tempo real da Capela Sistina (clique aqui)

Por inspiração e carinho, ao afilhado Fernando Almeida!

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