Agenda Setembro – Outubro – Novembro

3 de setembro – Palestra Sexualidade – Gustavo Bernardes “EJC” – Rib. Preto SP

7 a 10 de setembro – Módulo Músicos Hallel – Franca SP

18 de setembro – Aula interdisciplinar “Barragem Fundão, Mariana e Meio Ambiente” – Franca SP

23 de outubro – Doação de Sangue e Solidariedade – Liceu A Sabin e Hemocentro USP – Rib. Preto SP

24 de outubro – Palestra Futuro Cientista – Liceu A Sabin e DR J. A. Favaretto – Rib. Preto SP

25 de outubro – Palestra Futuro Administrador/Economia – Liceu A Sabin e Superaparque – Rib. Preto SP

26 de outubro – Palestra Futuro Advogado – Barão de Mauá – Rib. Preto SP

28 de outubro – Palestra Desafios da Educação e Tecnologia Contemporânea – Editora Moderna – Fortaleza CE

9 de novembro 20h30 – Live Via Facebook Colégio Pessoa – Franca SP

16 de novembro 20h30 – Live Via Facebook Liceu A Sabin – Ribeirão Preto SP

1o Evento de Inclusão Social – Nem Um a Menos

NEM UM A MENOS é um projeto De inclusão socia, com eventos tais como palestras, encontros, eventos musicais , almoços , jantares , etc. O primeiro deles será o COMIDA DE BUTECO, dia 24 / 11 a partir das 19 h no salão paroquial da igreja São João Batista na rua Humaíta esquina com a rua Chile no bairro Santa Cruz em Ribeirão Preto.
Cardápio : Arroz , feijão gordo , farofa , couve , torresmo , linguiça calabresa , e frango a passarinho e linguiça com jiló no disco de arado .
Preço : R$ 35,00 por pessoa comida a vontade e bebidas a parte com preço justo .
Som ao vivo durante todo o evento com o Emerson Ricardo e Geraldinho .
Toda renda será revertida para a Comunidade Nova Geração.

REVISÃO VUNESP 2017

1. Em uma matéria sobre o papel das plantas na redução da concentração atmosférica dos gases do efeito estufa, consta a seguinte informação:

O vegetal “arranca” o carbono, que é o do para usar de matéria-prima para o seu tronco, e devolve para a atmosfera o ou seja, oxigênio.
(Superinteressante, maio de 2016. Adaptado.)

Tal informação refere-se à
a) respiração celular e está correta, uma vez que, nas mitocôndrias, o carbono do é disponibilizado para a síntese de tecidos vegetais e o é devolvido para a atmosfera.
b) fotossíntese e está correta, uma vez que, através desse processo, a planta utiliza o carbono na síntese de seus tecidos, devolvendo para a atmosfera o oxigênio do
c) fotossíntese e está incorreta, uma vez que o carbono do é utilizado na síntese de carboidratos que serão consumidos na respiração celular, mas não como matéria-prima do tronco.
d) fotossíntese e está incorreta, uma vez que o oxigênio liberado para atmosfera provém da reação de decomposição da água, e não do que a planta capta da atmosfera.
e) respiração celular e está incorreta, uma vez que o liberado para atmosfera tem origem na quebra de carboidratos na glicólise, da qual também resulta o carbono que irá compor os tecidos vegetais.

2. Considere o seguinte experimento:

Um experimento simples consiste em mergulhar a extremidade cortada de um ramo de planta de flores com pétalas brancas em uma solução colorida. Após algum tempo, as pétalas dessas flores ficarão coloridas.
(Sergio Linhares e Fernando Gewandsznajder. Biologia hoje, 2011.)

Considere os mecanismos de condução de seiva bruta e seiva elaborada nos vegetais. Nesse experimento, o processo que resultou na mudança da cor das pétalas é análogo à condução de
a) seiva elaborada, sendo que a evapotranspiração na parte aérea da planta criou uma pressão hidrostática positiva no interior do floema, forçando a elevação da coluna de água com corante até as pétalas das flores.
b) seiva bruta, sendo que, por transporte ativo, as células da extremidade inferior do xilema absorveram pigmentos do corante, o que aumentou a pressão osmótica nas células dessa região, forçando a passagem de água com corante pelo xilema até as células das pétalas das flores.
c) seiva elaborada, sendo que, por transporte ativo, as células adjacentes ao floema absorveram a sacarose produzida nas pétalas da flor, o que aumentou a pressão osmótica nessas células, permitindo que, por osmose, absorvessem água com corante do floema.
d) seiva bruta, sendo que a evapotranspiração na parte aérea da planta criou uma pressão hidrostática negativa no interior do xilema, forçando a elevação da coluna de água com corante até as pétalas das flores.
e) seiva elaborada, sendo que a solução colorida era hipotônica em relação à osmolaridade da seiva elaborada e, por osmose, a água passou da solução para o interior do floema, forçando a elevação da coluna de água com corante até as pétalas das flores.

3. Um pequeno agricultor construiu em sua propriedade uma estufa para cultivar alfaces pelo sistema de hidroponia, no qual as raízes são banhadas por uma solução aerada e com os nutrientes necessários ao desenvolvimento das plantas.
Para obter plantas maiores e de crescimento mais rápido, o agricultor achou que poderia aumentar a eficiência fotossintética das plantas e para isso instalou em sua estufa equipamentos capazes de controlar a umidade e as concentrações de CO2 e de O2 na atmosfera ambiente, além de equipamentos para controlar a luminosidade e a temperatura.

É correto afirmar que o equipamento para controle da
a) umidade relativa do ar é bastante útil, pois, em ambiente mais úmido, os estômatos permanecerão fechados por mais tempo, aumentando a eficiência fotossintética.
b) temperatura é dispensável, pois, independentemente da temperatura ambiente, quanto maior a intensidade luminosa maior a eficiência fotossintética.
c) concentração de CO2 é bastante útil, pois um aumento na concentração desse gás pode, até certo limite, aumentar a eficiência fotossintética.
d) luminosidade é dispensável, pois, independentemente da intensidade luminosa, quanto maior a temperatura ambiente maior a eficiência fotossintética.
e) concentração de O2 é bastante útil, pois quanto maior a concentração desse gás na atmosfera ambiente maior a eficiência fotossintética.

4. Um rapaz apaixonado desenhou no tronco de um abacateiro, a 1,5 metros do chão, um coração com o nome de sua amada. Muitos anos depois, voltou ao local e encontrou o mesmo abacateiro, agora com o dobro de altura. Procurou pelo desenho que havia feito e verificou que ele se encontrava
a) praticamente à mesma altura e mantinha o mesmo tamanho e proporções de anos atrás.
b) a cerca de 3 metros do chão e mantinha o mesmo tamanho e proporções de anos atrás.
c) a cerca de 3 metros do chão e mantinha as mesmas proporções, mas tinha o dobro do tamanho que tinha anos atrás.
d) a cerca de 3 metros do chão e não tinha as mesmas proporções de anos atrás: estava bem mais comprido que largo.
e) praticamente à mesma altura, mas não tinha as mesmas proporções de anos atrás: estava bem mais largo que comprido.

5. A figura reproduz um experimento em que uma planta colocada em um vaso transparente recebe luz lateralmente, no caule e nas raízes, conforme indicam as setas. Após alguns dias, o caule apresenta-se voltado para a fonte de luz e as raízes encontram-se orientadas em sentido oposto. Isso se deve à ação das auxinas, hormônio vegetal que atua no controle do crescimento de caules e raízes, promovendo o alongamento das células.

Podemos afirmar corretamente que, no caule, as auxinas promoveram o crescimento do lado
a) não iluminado da planta, enquanto nas raízes promoveram o crescimento do lado iluminado. A inclinação do caule e da raiz deve-se à maior concentração de auxina no lado não iluminado da planta.
b) iluminado da planta, enquanto nas raízes promoveram o crescimento do lado não iluminado. A inclinação do caule e da raiz deve-se à maior concentração de auxina no lado iluminado da planta.
c) não iluminado da planta, assim como o fizeram nas raízes. A inclinação do caule e da raiz deve-se à maior concentração de auxina no lado iluminado da planta.
d) iluminado da planta, assim como o fizeram nas raízes. A inclinação do caule e da raiz deve-se à maior concentração de auxina no lado iluminado da planta.
e) não iluminado da planta, enquanto nas raízes promoveram o crescimento do lado iluminado. A inclinação do caule deve-se à maior concentração de auxina no lado iluminado, enquanto a inclinação da raiz deve-se à maior concentração de auxina no lado não iluminado.

6. Paulo considerou incoerente afirmar que as plantas promovem o sequestro de carbono pois, quando respiram, as plantas liberam CO2 para a atmosfera. Consultando seu professor, Paulo foi informado de que a afirmação é
a) correta. O tempo durante o qual as plantas respiram é menor que aquele durante o qual realizam a fotossíntese, o que garante que consumam mais CO2 atmosférico que aquele liberado.
b) correta. O tempo durante o qual as plantas respiram é o mesmo que aquele durante o qual realizam a fotossíntese, contudo, a taxa fotossintética é maior que a taxa de respiração, o que garante que consumam mais CO2 atmosférico que aquele liberado.
c) correta. Embora as plantas respirem por mais tempo que aquele empregado na fotossíntese, esta permite que as plantas retenham o carbono que é utilizado na constituição de seus tecidos.
d) incorreta. As plantas acumulam carbono apenas durante seu crescimento. Em sua fase adulta, o tempo durante o qual respiram é maior que aquele durante o qual realizam fotossíntese, o que provoca a reintrodução na atmosfera de todo CO2 que havia sido incorporado.
e) incorreta. Além de a respiração e a fotossíntese ocorrerem em momentos diferentes e não coincidentes, o volume de CO2 liberado pela respiração é o mesmo que o volume de CO2 atmosférico consumido pela fotossíntese.

Gabarito:

Resposta da questão 1:
[D]

A informação refere-se à fotossíntese e está incorreta, uma vez que o oxigênio liberado no processo resulta da reação de decomposição da água e não do que o vegetal retira da atmosfera.

Resposta da questão 2:
[D]

A mudança da cor das pétalas é análoga à condução da seiva bruta, sendo que a evapotranspiração da parte aérea do vegetal cria uma pressão hidrostática negativa no interior dos vasos lenhosos do xilema, causando a subida da coluna líquida com corante até as pétalas das flores.

Resposta da questão 3:
[C]

A instalação de equipamento para o controle da concentração do CO2 é útil, porque o aumento da oferta desse gás às plantas, até certo ponto, aumenta a eficiência fotossintética.

Resposta da questão 4:
[E]

O registro deixado no abacateiro, pelo jovem apaixonado, permanecerá na mesma altura, visto que os vegetais crescem longitudinalmente nas extremidades do caule e das raízes. A marca ficará mais comprida e desbotada devido ao crescimento transversal da região caulinar, onde foi gravada.

Resposta da questão 5:
[A]

Resposta da questão 6:
[C]

ATIVIDADE BIO – COLÉGIO PESSOA 2017

TEMA:

A Morte Pede Passagem

1) CONTEÚDO

Compartimentos Celulares, Sangue e Doação de Sangue.
veja os vídeos



2) ANÁLISE, LEITURA e INTERPRETAÇÃO

Dúvidas e Respostas clique aqui

3) APRESENTAÇÃO

1a
Texto escrito:
Quais os obstaculos na doacao de sangue no Brasil?
Quais benefícios desse gesto solidário?

2a
“Minha História” – vídeo de um minuto ou imagens (como no snapchat)

3a
Stand Up, Teatro ou Dramatização -5 minutos

4) OBSERVAÇÕES FINAIS

prazo para entrega 16/11/2017
escrito: pessoalmente ao prof Magrão
digital: enviar por email, twitter ou facebook
@profmagrao

Células-Tronco

As células-tronco são células capazes de autorrenovação e diferenciação em muitas categorias de células. Elas também podem se dividir e se transformar em outros tipos de células. Além disso, as células-tronco podem ser programadas para desenvolver funções específicas, tendo em vista que ainda não possuem uma especialização.
Basicamente, as células tronco podem se auto-replicar, ou seja, se duplicar, gerando outras células-tronco. Ou ainda se transformar em outros tipos de células.

Tipos de células-tronco:
Existem três principais tipos de células-tronco:
as embrionárias e as adultas, que são encontradas principalmente na medula óssea e no cordão umbilical, oriundas de fontes naturais e; as pluripotentes induzidas, que foram obtidas por cientistas em laboratório em 2007.

Células-tronco embrionárias:
As células pluripotentes, ou embrionárias, são assim chamadas por possuir a capacidade de se transformar em qualquer tipo de célula adulta. Elas são encontradas no embrião, apenas quando este se encontra no estágio de blastocisto (4 a 5 dias após a fecundação). Na figura abaixo, a região circulada em vermelho é chamada Massa Celular Interna e é esta massa de células que chamamos de células-tronco embrionárias.

Células-tronco adultas:
Na fase adulta, as células-tronco encontram-se, principalmente, na medula óssea e no sangue do cordão umbilical, mas cada órgão do nosso corpo possui um pouco de células-tronco para poder renovar as células ao longo da nossa vida, como mostra a figura. Elas podem se dividir para gerar uma célula nova ou outra diferenciada. As células-tronco adultas são chamadas de multipotentes por serem menos versáteis que as embrionárias.

Células-tronco induzidas:
As primeiras células-tronco humanas induzidas foram produzidas em 2007, a partir da pele. E tem sido daí que são retiradas as células para reprogramação, mesmo que teoricamente, qualquer tecido do corpo possa ser reprogramado. O processo de reprogramação se dá através da inserção de um vírus contendo 4 genes. Estes genes se inserem no DNA da célula adulta, como, por exemplo, uma da pele, e reprogramam o código genético. Com este novo programa, as células voltam ao estágio de uma célula-tronco embrionária e possuem características de autorrenovação e capacidade de se diferenciarem em qualquer tecido, como na figura mais abaixo.
Estas células são chamadas de células-tronco de pluripotência induzida ou pela sigla iPS (do inglês induced pluripotent stem cells).

As células troncos e como podem ser usadas:
A pesquisa com as células-tronco é fundamental para entender melhor o funcionamento e crescimento dos organismos e como os tecidos do nosso corpo se mantêm ao longo da vida adulta, ou mesmo o que acontece com o nosso o organismo durante uma doença. As células-tronco fornecem aos pesquisadores ferramentas para modelar doenças, testar medicamentos e desenvolver terapias que produzam resultados efetivos.
A terapia celular é a troca de células doentes por células novas e saudáveis, e este é um dos possíveis usos para as células-tronco no combate a doenças. Em teoria, qualquer doença em que houver degeneração de tecidos do nosso corpo poderia ser tratada através da terapia celular.
Para pesquisas de células-tronco, todos os tipos são necessários para análise pois cada uma delas têm um potencial diferente a ser explorado e, em muitos casos, elas podem se complementar.
Mesmo após a criação das células iPS, não podemos deixar de utilizar as células-tronco embrionárias, pois sem conhecê-las seria impossível desenvolver a reprogramação celular. Além disso, embora os resultados sejam muito promissores, as iPS e as embrionárias ainda não são 100% iguais e o processo de reprogramação ainda sofre com um mínimo de insegurança por conta da utilização dos vírus. Existem outras opções sendo estudadas, mas é muito importante que possamos ter e comparar esses 2 tipos celulares.

Obstáculos a serem enfrentados para que as células-troncos possam ser usadas no tratamento de doenças:
Mesmo com os resultados testes sendo positivos ou, pelo menos, promissores, as pesquisas de células-tronco e suas aplicações para tratar doenças ainda estão em estágio inicial. É preciso utilizar métodos rigorosos de pesquisa e testes para garantir segurança e eficácia a longo prazo.
Quando as células-tronco são encontradas e isoladas, é necessário proporcionar as condições ideais para que elas possam se diferenciar e se transformar nas células específicas necessárias no tratamento escolhido, e, para esse processo, é necessário bastante experimentação e testes. Além de tudo, é necessário o desenvolvimento de um sistema para entregar as células à parte específica do corpo e estimulá0las a funcionar e se integrar como células naturais do corpo humano.

Fonte: Rede Nacional de Terapia Celular.
http://celulastroncors.org.br/celulas-tronco-2/